sexta-feira, dezembro 24, 2010

Temporis

Não tive tempo para aprender que a ocasião do acaso, termina por sempre acontecer justamente no momento em que você queria que acontecesse.

Isto dito, digo que dizer mais disto nada mais é que inquietação deste verborrágico dizer, sendo assim, mero devaneio.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Rotundum

Indiscutivelmente, somos tão fracos quanto quisermos ser. Somos tão crentes de nossos limites, que estes sempre serão mais fortes que nós, nos sobrepujarão e nos farão ajoelhar... Fraquejar talvez seja parte da natureza, mas dar aquela reviravolta, acho que combina mais conosco.

Tiranos sempre existirão, não importa o local ou a época, crença, religião nem condição financeira, eles existirão, por existem outros que parecem ser mais fracos, oprimidos e tementes ao todo poderoso que tomou a frente; até certo momento, pode até parecer que tudo está perdido e que tal condição é irrefutável, irreparável e mesmo irremediável... Nunca o é.

Revoluções ocorrem a cada momento, a cada pensamento, elas pairam, nos mudam e nos complementam.

O mundo vai girar e nossas mentes irão compreender, e ver que, por mais absolutos que sejamos, revolucionar é manter-se vivo.

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Somnium

Ah, o sonho...

Viver uma realidade momentânea parece interessante e convidativo, belo o suficiente para nos abster de todos os problemas, mesmo que pareça tão rápido. Eu particularmente gosto bastante, considerando que não me utilizo de outros meios para fugir da verdade, sonhar é um modo prático, barato e sem contra indicações, tem melhor ?

Depois de um bom tempo consegui sonhar de novo... não me pergunte o que foi tanto, não lembro muito bem, mas foi divertido e levemente assustador, :D. Foi ótimo.

Scribe

Faz tempo que não escrevo nada por aqui, faltam-me as palavras; estas que estão notoriamente sendo utilizadas noutros recantos, vezes obscuros, vezes tantas quantas possível for. Pensei em vir por aqui, falar, falar e falar... mas nem sempre isso é tão fácil quanto possa parecer, nunca seria; e se o fosse qual graça haveria? Pois todo o pensar, calculado ou não, advém de um raso conhecimento do que o for dito; baboseiras não se encaixam em pensamentos.

Hoje percebo que cada virgula dita, seja em português ou russo, pode muito bem iniciar uma guerra, mesmo que não declarada; como também pode desfaze-la. Bastando que vacilemos em algum ponto ou exclamação.

Não sou tão letrado assim, mas tenho meus dotes, e creio na verdade atrás daquelas palavras que não foram ditas, aquelas que não precisam ser ditas, estas talvez mais importantes que as demais, pois partem do princípio do entendimento do leitor, este, variante tanto que pode muito bem não ir com a minha cara e jogar fora qualquer coisa que escreva, ou pode morrer de amores (apesar que eu seria o primeiro caso), contudo, a arte do escrever, não se ensina, nem mesmo se aprende, ou você o tem, ou mente que tem (eu minto).


Assim, seja como for, escreva!