Confesso sinceramente que irei logo morrer...
Atingir o limiar da vida, percorrida com todo esmero.
Vou para logo voltar, pois nada é mais passageiro que a própria morte.
Confio na sinceridade dos que me pertencem,
Aprecio todo o falar que devo gerar,
Porem,
Creio que tudo vai passar.
Assim, morte sendo, o outro, amigo fraterno, me torno.
Vivo pois, a redundancia da roda cíclica e tubular, não vai parar de girar, não somente só, contornando o ciclo, fazendo-o recomeçar.
Morto ou o não deste, sou sempre parte do movimento...