Sei que nada disso vai ficar comigo, não o tempo que queria que ficasse; sei porque inigualavelmente a nossos sinceros olhos, que perdurarão o suficiente, objetos acontecem muito mais que os momentos, comuns, conseqüentemente esquecidos; diferente dos instantes que nunca se perderão, se não na memória.
Memória esta não imortal nem transcendente, mas tão somente memória, com todos seus defeitos e inquietações, dormente o bastante para fazer-nos continuar e errar quantas vezes forem possíveis, pois sua existência (esta sim, transcendente) tem como puro pai o ocorrido e o conseqüente, sempre vagos.
Não posso viver de memórias (elas não tem cálcio, ferro, potássio...), mas posso fazer melhor...
sophializar.
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